sábado, 8 de fevereiro de 2014

Confraria de colecionadores quer criar museu para quadrinhos!

Grupo se reúne todos os sábados no Rio, sob o elevado da Perimetral!

Roberta Pennafort / RIO - O Estado de S. Paulo
Sábado de sol carioca, meio-dia, quase 40 graus. Eles poderiam estar na praia, mas preferem se reunir numa feira de antiguidades montada sob o elevado da Perimetral, no centro do Rio, para conversar sobre o assunto que movimenta suas vidas: gibis raros. Com cerca de 50 integrantes, a Confraria do Gibi se encontra ali há um ano, todo sábado, o dia inteiro, para trocar informações, vender e exibir suas conquistas.
A confraria reunida sob a Perimetral - Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão
A confraria reunida sob a Perimetral
Um deles é o contador Ranieri de Andrade, de 49 anos, um entusiasta desde a infância, que conseguiu amealhar um conjunto de mais de 60 mil revistas – as mais antigas são as de O Tico-Tico, a primeira a publicar histórias em quadrinhos no Brasil, a partir de 1905. Morador de Niterói, Andrade tem uma casa só para o acervo, e gasta R$ 5 mil mensais com a manutenção e o pagamento de uma funcionária responsável pelo material.
Mas o que ele quer mesmo é fundar um museu do gibi, em que tudo seja mantido catalogado, acondicionado sob temperatura controlada e protegido da umidade e de ladrões. Já há dez anos o contador vem procurando imóveis (em Niterói e no Rio) que sirva ao museu e buscando empresas que patrocinem o projeto.
“Preciso de um lugar seguro, mas é difícil. Quero um espaço e uma equipe, e não deixar as revistas guardadas num lugar onde eu só receba amigos. O quadrinho não é valorizado no Brasil e as empresas não têm interesse porque não dá visibilidade. Já tentei audiência com o prefeito. É um sonho da vida toda”, conta Andrade, que juntou várias coleções completas. O objeto de sua obsessão é Ken Parker, personagem de faroeste criado na Itália nos anos 1970.
“Quando a gente vê roubos até em lugares como a Biblioteca Nacional, fica muito preocupado”, diz Andrade, que mantém em sigilo detalhes sobre seu tesouro desde que foi assaltado, há três anos, na porta de casa. “O ladrão me perguntou sobre as revistas e fiquei apavorado. A partir dali, dividi a coleção em dois imóveis.”
Outro crime, o roubo ao escritório de Antônio José da Silva, conhecido como Tom Zé, dono da maior coleção do Brasil, há quatro meses, na zona sul de São Paulo, deixou a comunidade dos colecionadores em estado de alerta.
Acredita-se que haja assaltantes especializados – os ladrões vasculharam entre as 400 mil revistas de Tom Zé as sete mil mais raras, caso dos primeiros números de O Lobinho e A Gazetinha, almanaques dos anos 1930 e 1940 que apresentaram ao público brasileiro ícones dos quadrinhos norte-americanos, como Super-homem e Batman.
Tom Zé, assim como Andrade e outros da Confraria do Gibi, compartilham uma angústia: o que será da coleção quando eles morrerem? “É o grande dilema do colecionador. Tenho dois filhos que já têm interesse pelas revistas, mas não por paixão, e sim porque sabem o valor que têm. Se virar um bem público, acaba esse problema.”
Quando as famílias não apoiam, eles acabam vendendo o conjunto inteiro para outro aficionado por valores muito abaixo do mercado. Na feira sob a Perimetral, já apareceu americano comprando raridade para vender muito mais caro em seu país – caso de uma Gazetinha de 1938, em que o Super-homem apareceu pela primeira vez, que saiu no exterior por US$ 7.500 (quase R$ 18.000).
No caso do confrade Flavio Colin Filho, a fissura pelos gibis está no sangue. Ele é filho de um ilustrador e autor tido como mestre pelas novas gerações, conhecido no meio por As Aventuras do Anjo (1959), derivada da radionovela homônima, e O Vigilante Rodoviário, baseada no seriado de televisão, e que trabalhou dos anos 50 até morrer, em 2002. “Respirei isso a vida toda. Meu pai era um defensor do quadrinho nacional e, quando ele morreu, decidi digitalizar tudo o que tenho e resgatar o que está faltando."
O apego maior do presidente da Confraria, Hélio Guerra, é ao Fantasma Voador - são mais de 1.200 revistas, de 1939 a 1952. Já a radialista Ágata Desmond se tornou curadora do legado de Edmundo Rodrigues, autor falecido no ano passado do qual foi assistente de 1967 a 1972. Tem três mil exemplares. “Ele fez 432 revistas diferentes, era para ir para o Guinness Book. A gente luta pelas HQs para que a obra desses autores seja perpetuada."

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Confraria do Gibi!

O encontro semanal de colecionadores, comerciantes, divulgadores, desenhistas e amigos das revistas em quadrinhos!
Acontece todos os sábados na feira da praça 15 no Rio de Janeiro. Fica bem em frente a saída das barcas.
Lá você vai encontrar frequentemente (até que o viaduto seja demolido), estas figuras tão bem retratas pelo amigo POLO - talentoso desenhista e membro da confraria.
Vai encontrar também muitas revistas em quadrinhos!
Quando visitar o RJ, reserve um sábado e vá conhecer um grupo que além gostar muito de revistas em quadrinhos, vai estar pronto para lhe receber e convida-lo a fazer parte de um grupo que se preocupa com a preservação das revistas, da memória dos artistas e do prazer de reunir acima de tudo os AMIGOS!
Polo obrigado pelo boné! Você provou que é um verdadeiro amigo!
Já o Hélio Guerra!




segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Seguros para seu precioso acervo de Revistas em Quadrinhos!

Após o roubo do precioso acervo de revistas em quadrinhos do colecionador Tonzé em S.P, não poderia deixar de reproduzir o artigo abaixo da jornalista Luciana Seabra.
Nós do Museu dos Gibis, sabemos o quanto é preciosa uma coleção formada em décadas de vida.
Somos especialistas em avaliar coleções de revistas em quadrinhos. Temos 40 anos de experiência no assunto.
Caso necessitem de nossas avaliações, peço contactar-nos através dos emails:
museudosgibis@ymail.com
ranierideandrade@gmail.com
Temos também um dos maiores acervos disponibilizados para venda através do Mercado Livre (são mais de 60.000 itens).
Nos endereços abaixo podem "navegar" em nossos produtos e verificar através de fotos e minuciosas descrições do estado de conservação de cada uma delas.
http://eshops.mercadolivre.com.br/museudosgibis/
http://eshops.mercadolivre.com.br/museudosgibistijuca/
Somos uma empresa constituída a mais de 7 anos.
Somos certificados, e classificados como Mercado Líder.
As avaliações feitas por nossos clientes são nossas referências.

Por Luciana Seabra (29/10/2013 - VALOR ECONÔMICO)
"O crescimento do mercado de arte no Brasil ainda atrai poucas seguradoras de grande porte, mas já chamou a atenção da líder mundial em receita, a francesa AXA, que acaba de lançar no país os serviços de sua divisão voltada para obras de arte. Os seguros para grandes colecionadores, museus, galerias e exposições começaram a ser oferecidos neste mês por meio de uma parceria com a brasileira SulAmérica. A partir de 2014, a ideia é vender também um produto voltado para o cliente de pequeno porte que tem obras de arte em casa. O formato será um produto vinculado ao seguro residencial.
Com presença nos EUA, Europa, Ásia, Austrália e Oriente Médio, a AXA Art veio ao Brasil de olho em uma comunidade de colecionadores que está em pleno crescimento, segundo Christiane Fisher, presidente da AXA Art Americas Corporation. Ela destaca que as feiras de arte de São Paulo e Rio têm atraído cada vez mais a atenção de colecionadores internacionais, enquanto museus brasileiros têm organizado exposições de grande porte que atraem um volume expressivo em público. "Planejamos introduzir os nossos produtos e serviços em outros países da América do Sul num futuro próximo", completa.
Bilhões de dólares em arte são roubados anualmente de coleções particulares, galerias e museus, segundo Christiane. Há casos que ficaram para a história como o roubo do museu americano Isabella Stewart Gardner Museum, há 23 anos. Ladrões fantasiados de policiais renderam os guardas noturnos e roubaram obras de Rembrandt, Edgar Degas e Johannes Vermeer. "O valor dessas obras está estimado em centenas de milhões de dólares e até hoje elas não foram recuperadas", diz. O museu, que na época não segurava o acervo, é hoje cliente da AXA Art.
No Brasil, em agosto do ano passado, chamou a atenção o incêndio no apartamento do colecionador Jean Boghici, em Copacabana, no Rio, que colocou em risco obras de grandes artistas como Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. O acervo pessoal, de 136 obras, foi exposto neste ano no Museu de Arte do Rio (MAR).
Pelo estudo de mercado da seguradora, existem poucas companhias que operam seguros de arte no Brasil, com uma distribuição pequena e mais focada em museus, galerias e grandes colecionadores. "Queremos ampliar esse modelo. Estamos em uma fase nova, em que a classe média alta já olha obra de arte como um patrimônio interessante", afirma Carlos Alberto Trindade, vice-presidente da SulAmérica Seguros e Previdência.
Mais do que os roubos, a grande preocupação de quem tem obras de arte em casa no Brasil são os incêndios, segundo Trindade. Quadros e esculturas, em geral, não fazem parte da cobertura dos seguros residenciais. "Vamos estabelecer valores mínimos, porque tem que ter uma lógica econômica, mas não precisa ser uma grande coleção. Duas a cinco peças já devem justificar", diz Trindade.
O valor do seguro está ligado ao risco específico de cada cliente. No caso de um prédio antigo, com alto risco de incêndio, o proprietário pode ter que seguir recomendações a fim de que o seguro seja feito. Definir o valor das obras de arte em questão é um desafio na hora de cobrar pelo seguro. Quando a compra não é recente ou não há nota fiscal que comprove o valor, é preciso que especialistas avaliem os itens.
Seguro Arturo Profili, sócio da gestora Capitânia e colecionador de arte, os seguros disponíveis hoje no Brasil costumam custar entre 0,25% e 0,5% do valor das obras.
Também dono de um acervo próprio, Luiz Mussnich, sócio da gestora de patrimônio GPS e presidente do Instituto de Arte Contemporânea (IAC), defende o seguro para os casos em que se tem um volume importante de obras. "Não é barato, mas acho que compensa dado o volume de investimentos que você fez", afirma, lembrando que muitas vezes as obras são emprestadas para exposições e transportadas, o que aumenta a necessidade de cuidados.
Pierre Moreau, sócio do escritório Moreau Advogados, considera o seguro uma boa opção. A ressalva que ele faz é a necessidade de ler a apólice com atenção. A maior parte das seguradoras, segundo Moreau, impõe regras para que o seguro realmente se aplique. "Em geral, a apólice aponta determinadas condições que eximem a seguradora", alerta.
Segundo Maria Eugênia Lopes, diretora do private banking do Santander, tem aumentado o portfólio à disposição dos colecionadores. "O crescimento do mercado de obras de arte como investimento vem sendo acompanhado da especialização em relação a seguros", afirma".
Abaixo maiores informações para o produto disponibilizado no mercado brasileiro em uma parceria da SulAmérica e AXA:

http://www.axa-art-usa.com/about-axa-art/axa-art-in-brazil.html 























domingo, 17 de novembro de 2013

Ken Parker no Estadão!

Autor do gibi cult Ken Parker chega ao País e seleciona brasileiros para a série


Jotabê Medeiros - O Estado de S.Paulo
Chegou ontem a Belo Horizonte o desenhista italiano Ivo Milazzo, de 66 anos, autor de uma das histórias em quadrinhos mais importantes da história, o western Ken Parker, referência para cartunistas como Laerte Coutinho e para músicos como Arrigo Barnabé. Oficialmente, Milazzo volta ao Brasil após 15 anos para lançar (no Festival Internacional de Quadrinhos, que começa hoje) quatro álbuns inéditos de sua maior criação pelo Clube dos Quadrinhos.

Ken Parker. Capa do álbum inédito no qual herói tem 17 anos - Reprodução
Reprodução
Ken Parker. Capa do álbum inédito no qual herói tem 17 anos
Mas, extraoficialmente, ele tem uma missão a mais: chega a São Paulo nos dias 17 e 18 para acertar detalhes de um projeto conjunto com um grupo de desenhistas brasileiros. Os desenhistas (um dos que o aguardam é Klebs Jr., da Impacto Quadrinhos) vão trabalhar pela primeira vez numa nova série de Ken Parker, sob encomenda da editora italiana Mondadori. A série será publicada na Itália, e Milazzo fará a supervisão de todo o trabalho.
O gibi cult Ken Parker (um episódio antigo do quadrinho, A Nação dos Homens, está valendo R$ 600 no Mercado Livre), influenciado pelo western spaghetti, mostra uma abordagem humanista da história do faroeste. Nenhum tema era tabu para seus autores, Milazzo e Giancarlo Berardi (o escritor). O primeiro álbum, com capa dura, que está chegando às livrarias do Brasil esta semana, Os Condenados, fala de um trágico amor homossexual numa penitenciária encravada num pântano da Flórida.
Todas as quatro histórias são em preto e branco. Permitem uma panorâmica pela vida do protagonista, o caubói errante Ken Parker (inspirado originalmente por um filme de Sydney Pollack, Jeremiah Johnson). Nos Tempos do Pony Express mostra uma aventura iniciática do herói quando este tinha 17 anos, em 1861. Nessa aventura, Milazzo presta uma homenagem à obra do pintor e escultor Frederic Remington (1861-1909) e ao ilustrador Harold Ron Schmidt (1893-1982).
Já a aventura Cara de Cobre mostra a história do último índio da tribo Yana, o guerreiro Ishi, cujo povo foi devastado pelo genocídio colonizador. Ishi viveu os últimos dias de sua vida em São Francisco, dentro de um museu, como uma espécie de artefato vivo de uma cultura.
Em As Aventuras de Teddy Parker, pela primeira vez entra em cena o filho do protagonista. Teddy Parker é narrado com um certo débito literário para com o universo dickensiano - Teddy perambula como um órfão pelo mundo e se envolve com um cachorro vira-latas, Bix, que acaba se tornando o centro de uma história de intriga e aventura.
Todas as histórias de Milazzo e Berardi têm espantosa envergadura literária. Os autores construíram uma complexa teia de citações eruditas em suas histórias, que envolve também música, teatro, poesia - de Walt Whitman a Shakespeare, dos musicais parisienses ao circo, da luta de boxe aos quakers e a vida nas reservas indígenas.
"Embora almejássemos fazer uma relação direta com o leitor para comunicar emoções, a literatura reenvia à fantasia de alguém o imaginário que mais se adapta a seu conhecimento, e os quadrinhos fazem a interação entre a palavra escrita e os desenhos em sequência, mas em perfeita complementaridade", disse Milazzo, sobre as diferenças entre uma arte e outra.
Ultrapolitizado, Milazzo luta na Itália por questões como o direito do autor e nunca evita o debate democrático. Tem uma formação esquerdista - um dos episódios do seu gibi, Greve, ultra marxista, tornou-se clássico (chegou a ser proibido em alguns países), tinha uma capa que citava o famoso quadro revolucionário de 1901, Il Quarto Stato, de Giuseppe Pelizza da Volpedo.
Ivo Milazzo tem 66 anos. Nasceu em Tortona, em 20 de junho de 1947. Desenhou histórias em quadrinhos de TarzanTex Diabolik e colaborou para as revistas Horror e Sorry. Com Giancarlo Berardi, seu parceiro eterno, criou L'Uomo delle Filippine, Marvin il Detective, Tom's Bar e Giuli Bai & Co. Participou das séries Nick Raider Magico Vento. Ilustrou os livros Canto di un Uomo-Falco, do poeta Fabrizio Portalupi, e fez Superbi itinerari, um guia turístico da cidade de Genova através de seus aromas, sabores e curiosidades. Recentemente, publicou uma biografia quadrinizada de Baden Powell.
O lançamento dos álbuns é um acontecimento. "O preço é a bagatela de R$ 79,90 para uma tiragem limitada de 500 exemplares. O suficiente para os leitores que ainda restam do personagem", brinca o editor, Wagner Augusto, do Clube dos Quadrinhos. Ele sabe que os 500 exemplares, em breve, serão disputados em outros patamares.

domingo, 10 de novembro de 2013

ZZ7 e Benício! Descobrir um Tesouro não tem Preço!

Descobrir que o tesouro que você tinha é mais valioso do que você imaginava não tem preço!
Os originais do Benício doado ao Museu dos Gibis foi utilizado no Livro Mestres da Ilustração do genial Jayme Cortez editado em 1970 pela Editora Hemus.
Interessante é saber que acabou virando a capa da edição nº 497 de ZZ7 série vermelha, um pouco antes de  acabar a coleção no Brasil!






Ken Parker Especial nº 1! Os Condenados!


Chegou!



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CLUBE DOS QUADRINHOS

KEN PARKER ESPECIAL - Os Condenados Volume 1
Argumento de Giancarlo Berardi
Roteiro de Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero
Capa de Ivo Milazzo
Desenhos de Pasquale Frisenda e Laura Zuccheri


OS CONDENADOS (I condannati) é o primeiro episódio da série Ken Parker Especial. 
Esta aventura tem inicio na penitenciária de Fort Lauderdale, na Florida, no meio de um grande pântano repleto de crocodilos, para onde Ken Parker foi transferido. Lá os prisioneiros aguardam em vão uma revisão do processo e alguns tentam inutilmente a enésima fuga. Outros como Ken Parker se resignam ao destino irremediável.Novamente, a dupla Berardi e Mantero, concebe uma história apaixonante, rica de personagens singulares com referências aos filmes ambientadas em penitenciárias. Como “Rebeldia Indomável” (Cool Hand Luke) com Paul Newman, no truque para despistar os cães.Dos 4 volumes desta série Especial este episódio é o último da retrospectiva cronológica kenparkeriana. Durante um isolamento, conhecidos personagens, como Oake Barnum, Pat O'Shane, Kamoose, Alec Browne e Fanny, manifestam-se nos delírios de Ken Parker. Esta história ganhou o prêmio INCA (ITALIAN INTERNET COMICS ACADEMY) como melhor roteiro e personagem masculino de 1996.

GIANCARLO BERARDI, nasceu em Genova, em 15 de novembro de 1949. O interesse pelas histórias em quadrinhos começou durante o período universitário. Em 1976, com o desenhista Ivo Milazzo, criou o personagem Tiki il ragazzo guerriero, no ano seguinte Ken Parker. Escreveu histórias de Wyatt Dolye, Welcome to Springville, L’Uomo delle Filippine e Marvin. Escreveu um episódio para a série Nick Raider e a história Oklahoma para o personagem Tex. Reconhecido internacionalmente, Berardi é detentor de vários prêmios. Atualmente escreve as aventuras de Julia, uma criminóloga, um sucesso editorial da Sergio Bonelli Editore.
IVO MILAZZO, nasceu em Tortona, em 20 de junho de 1947. Com Giancarlo Berardi criaram L’Uomo delle Filippine, Marvin il Detective, Tom’s Bar e Giuli Bai & Co. Participou das séries Nick Raider, Magico Vento e para o personagem Tex desenhou a aventura Sangue sul Colorado. Ilustrou os livros Canto di un Uomo-Falco do poeta Fabrizio Portalupi e Superbi itinerari, um guia turístico da cidade de Genova através de seu aroma, sabores e curiosidades. O talento de Milazzo lhe rendeu muitos prêmios pelo mundo. As mais recentes produções são Impesa, uma biografia quadrinizada de Baden Powell e Il Boia Rosso.
LAURA ZUCCHERI nasceu em Budrio, Bologna, em 4 de outubro de 1971. Conclui o curso de publicidade, em 1990, e trabalha para uma agência até novembro de 1992, quando conhece Berardi e Milazzo. Colabora em Ken Parker até 1995 e em 1997 inicia seus trabalhos para Julia.
MAURIZIO MANTERO, nasceu em Genova em 12 de junho de 1954. Estreou profissionalmente em 1977 e dois anos depois inicia sua colaboração com Berardi, realizando roteiros de Ken Parker e depois para Julia. Além de argumentista, Mantero, é também desenhista, colorista, ilustrador e jornalista.
PASQUALE FRISENDA, milanês, nasceu em 8 de janeiro de 1970. Conclui o curso de Fumetto e Illustrazione e colabora com importantes publicações. Consolida sua posição profissional fazendo parte da equipe que realizou as novas aventuras de Ken Parker. Atualmente faz parte dos desenhistas de Tex.


KEN PARKER ESPECIAL - Os Condenados Volume 1

Argumento de Giancarlo Berardi
Roteiro de Giancarlo Berardi e Maurizio ManteroCapa de Ivo Milazzo
Desenhos de Pasquale Frisenda e Laura ZuccheriEstrutura: 184 páginasFormato: 16,0X23,0 cmCapa: Cartão Supremo 250 gr - 4 cores - Laminação Fosco - Reserva Verniz UVMiolo: Couche Magno Fosco Plana 115 gr - P&BR$ 79,90

CLUQ (Clube dos Quadrinhos)
Caixa Postal 61105

São Paulo - SP05017-000

cluq@terra.com.br


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ken Parker está Voltando!


Amigos Ken Parker está voltando!
O CLUQ - Clube dos Quadrinhos, sempre capitaneada pelo incansável Wagner Augusto está preparando as 4 edições ainda inéditas no Brasil!
Para todos aqueles que admiram uma história muito bem contada e extraordinariamente ilustrada, está voltando aquele que talvez seja o mais incompreendido dos  heróis dos quadrinhos!
Ken Parker! Criado pelos geniais italianos Giancarlo Berardi (Histórias) e Ivo Milazzo (desenhos), Ken Parker criou uma pequena e fiel legião de fãs.
Não que não mereça muito mais! Nós do Museu dos Gibis, recomendamos que leiam uma única edição, e terão oportunidade de conhecer um herói que é muito parecido com vocês!
Garantimos que a partir de então, terão o desejo de ler todas as suas aventuras já publicadas!
Ele tem grandes amigos, grandes amores, convicções e sonhos, assim como vocês!
Ele ganha, perde, sofre.....E  vive aventuras tão bem construídas, que é impossível que você não queira ler uma outra!
Bem vindo Ken Parker! Que sua volta traga novos fãs para suas aventuras!
Abaixo duas páginas de uma das inéditas aventuras que estão chegando para fechar toda a saga publicada no Brasil!
As 4 primeiras páginas referem-se ao episódio "As Aventuras de Teddy Parker" e as outras duas "Cara de Cobre" em uma tradução ainda provisória dos episódios.